O relatório coloca IA, semicondutores, nuvem, cibersegurança e formação de talentos no centro da estratégia brasileira.
O terceiro caderno do estudo TICs 2026 recomenda coordenação regulatória e tributária, compras públicas, ambientes de teste e infraestrutura compartilhada.
A análise trata software e chips como capacidades ligadas: sem talentos, dados e infraestrutura, o país fica mais exposto a decisões tomadas fora de seu ecossistema.




